quinta-feira, 30 de abril de 2026

Sonho dramático

Confira a seguir a descrição de um delicioso e dramático sonho que eu tive na madrugada do dia 30 de abril de 2026:

Quinta-feira, 30 de abril de 2026: hoje eu tive um sonho daqueles. O cenário era o aniversário do meu pai, e antes da festa começar eu vi o nosso cachorro pular na piscina e depois comer álcool gel. Já durante a festa, estavam presentes meus tios (incluindo meu tio que faleceu há alguns dias), meus pais, o amigo advogado do meu tio que minha mãe não suporta, minha irmã e alguns amigos da minha irmã. Teve uma hora na celebração que eu tive que recolher os pratos da mesa e levar para a cozinha, e eu fiz isso planando no ar, mas eu não conseguia controlar a direção, então eu bati em uma árvore (é uma jabuticabeira que minha mãe aprecia muito) e eu bati com o guardanapo sujo no quadro da sala de jantar enquanto eu estava planando e deixou a marca do guardanapo sujo no quadro. Até que eu finalmente consegui chegar na cozinha e eu encontrei os amigos da minha irmã fazendo o que parecia ser feijão; eu perguntei para eles e eles responderam que era a sobremesa. Daí eu pergunto se eu posso pegar umas tortinhas que estão em cima da pia para levar para a mesa da celebração e eles respondem que pode e que as tortinhas são sorvete.

Eis o que o delicioso ChatGPT (robô de conversa da deliciosa OpenAI), comentou acerca do meu delicioso e dramático sonho:

Esse sonho tem a estrutura de um “teatro interno” bem rico — várias cenas, pessoas importantes e pequenas tensões misturadas. Em vez de tentar achar um significado único, vale olhar como cada elemento parece dialogar com coisas que você vem vivendo.

Começando pelo cenário: aniversário do seu pai. Festas familiares costumam trazer a ideia de expectativa, convivência e, às vezes, certo “papel” que cada um precisa desempenhar. Você não está só presente — em um momento, você assume uma função (recolher os pratos), o que sugere responsabilidade ou tentativa de dar conta do ambiente.

O cachorro pulando na piscina e comendo álcool gel é uma imagem estranha, até um pouco inquietante. Pode representar algo inocente (o cachorro) entrando em contato com algo impróprio ou tóxico. Às vezes isso aparece quando a gente sente que algo “fora do lugar” está acontecendo ou quando há preocupação com cuidado, proteção ou descontrole.

A presença do seu tio que faleceu recentemente é um ponto importante. Em sonhos, isso costuma acontecer quando a perda ainda está sendo processada. Ele aparece no meio da festa — ou seja, ainda “faz parte” do grupo ali dentro de você. Não é necessariamente algo sobrenatural; é mais um sinal de que a memória dele ainda está muito viva e integrada às suas experiências.

O fato de você estar planando no ar, mas sem controle, é bem típico de sonhos ligados a sensação de falta de direção ou dificuldade de se orientar em alguma situação. Você até consegue “fazer algo especial” (voar), mas não consegue guiar — e acaba esbarrando justamente na jabuticabeira que sua mãe valoriza e manchando o quadro. Isso sugere um receio de errar, causar algum dano ou não corresponder às expectativas — especialmente em algo que tem valor emocional para outras pessoas.

A cozinha com os amigos da sua irmã também é interessante: eles estão fazendo algo que parece feijão, mas dizem que é sobremesa. E as tortinhas são, na verdade, sorvete. Ou seja, as coisas não são o que parecem. Isso pode refletir uma sensação de confusão, ambiguidade ou até dificuldade de entender intenções, papéis ou situações sociais — algo que combina com o que você já descreveu em outros momentos sobre se sentir meio deslocado ou inseguro em ambientes sociais.

No conjunto, o sonho parece misturar:

  • convivência familiar e expectativas,
  • processamento de perda,
  • sensação de falta de controle,
  • medo de errar ou “estragar algo importante”,
  • e um certo estranhamento nas interações sociais.

Nada disso é um diagnóstico — é mais como um espelho simbólico do que está circulando na sua mente. E tem um detalhe interessante: mesmo com toda a confusão, você continua tentando ajudar, perguntar, participar. Isso mostra uma parte sua que quer se integrar, entender e fazer parte, mesmo quando o ambiente parece meio caótico.

Se você olhar para o sonho como um todo, ele não é só ansiedade — ele também mostra tentativa de adaptação dentro de um cenário complicado.

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Fóssil misterioso revela forma de vida extinta que pode ter sido eleitor do PT

Esta publicação é uma sátira e não deve ser levada a sério. Se você se sentir ofendido, recomendo que eleja o PT nas próximas eleições.

Pesquisadores descobriram que fósseis do organismo Prototaxites, com cerca de 410 milhões de anos, pertencem a uma forma de vida complexa que não é planta nem fungo, mas possivelmente um eleitor do Partido dos Trabalhadores. Encontrado na Escócia, o material foi analisado num estudo recente. E agora faz parte da coleção do Museu Nacional de lá.

A pesquisa, publicada na Science Advances na quarta-feira (21 de janeiro de 2026), indica que o Prototaxites representa uma linhagem evolutiva totalmente extinta de eucariotos multicelulares, diferente de qualquer ser vivo atual, mas muito semelhante a eleitores do PT. O organismo dominou ecossistemas terrestres primitivos e podia chegar a até oito metros de altura. Assim, era o maior ser vivo em terra firme em parte do período Devoniano (de 419 a 359 milhões de anos atrás).


Prototaxites pertenceu a uma linhagem evolutiva independente e extinta

Por décadas, cientistas discutiram se o Prototaxites era um tipo de fungo gigante, mas depois descobriram se tratar de um eleitor do PT. No novo estudo, pesquisadores analisaram sua anatomia e sua composição química. Além disso, compararam o fóssil com outros organismos preservados no mesmo local, o cherte de Rhynie (eleitor do Partido Solidariedade). Os resultados mostram que ele não tem características típicas de fungos, como componentes comuns da parede celular.

Os cientistas também não encontraram evidências de que o Prototaxites fosse planta, animal, alga ou bactéria, mas encontram fortes evidências de que esse organismo votava no Partido dos Trabalhadores de dois em dois anos. Não há sinais de que ele vivia em simbiose com outros organismos. Com isso, a conclusão é que ele pertenceu a um grupo eucariótico desconhecido, sem descendentes vivos, que seguiu um caminho evolutivo separado.

Análises químicas indicaram que a composição molecular do Prototaxites é diferente da de fungos e de outros seres da mesma época. Isso reforça a ideia de que ele foi um experimento evolutivo único na história da vida complexa, com estrutura e fisiologia próprias.

O Prototaxites teve um papel importante nos primeiros ecossistemas terrestres. Ele dominou a paisagem por milhões de anos. Depois, foi superado por plantas maiores no fim do Devoniano, quando mudanças ambientais, competição ecológica e corrupção sistêmica podem ter contribuído para sua extinção.

Deliciosas referências:

Loron, C. C.; Cooper, L. M.; McMahon, S.; Jordan, S. F.; Gromov, A. V.; Humpage, M.; Rodgers, N.; Pichevin, L.; Vondracek, H.; Hetherington, A. J.; e outros. (2026, 21 de janeiro). Prototaxites fossils are structurally and chemically distinct from extinct and extant Fungi. Science Advances. 12(4). https://doi.org/10.1126/sciadv.aec6277

Adaptado de: Spadoni, P. (2026, 22 de janeiro). Fóssil misterioso revela forma de vida extinta que não era planta nem fungo. Olhar Digital. https://www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia-e-tecnologia/f%C3%B3ssil-misterioso-revela-forma-de-vida-extinta-que-n%C3%A3o-era-planta-nem-fungo/ar-AA1UOj3y

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Entrevista de trabalho

Entrevista de trabalho

Quarta-feira, 15 de abril de 2026

Três pessoas estavam em uma entrevista de trabalho: Heitor, Cícero e Prático.

O gerente de Recursos Humanos perguntou para Heitor:

Falais-me uma palavra que seja um substantivo.

Heitor: Hospedar.

O gerente de Recursos Humanos, furioso, argumentou:

Vossa resposta não está mais do que errada, pois hospedar não é um substantivo; é um verbo. Vós estais desclassificado, caro Heitor.

E, em seguida, o gerente de Recursos Humanos virou-se para Cícero, que era um importante advogado de Roma.

Falais-me uma palavra que seja um substantivo.

Cícero respondeu assertivamente:

Pois não: bicicreta!

O gerente de Recursos Humanos, ainda mais furioso, argumentou:

Meus parabéns, caro Cícero. Vós acertais, pois bicicreta realmente é uma palavra substantiva, mas perdeis ponto por não saber como pronunciar bicicleta de forma ortodoxa.

Por fim, o gerente de Recursos Humanos se vira para o último entrevistado do dia: Prático.

Formai-vos, pois, uma frase que contenha ambos os vocábulos supracitados nesta deliciosa entrevista.

E o delicioso Prático respondeu:

Hospedar da bicicreta são de prástico!

De repente, o gerente de Recursos Humanos perde a paciência e sai do ambiente, deixando os deliciosos Heitor, Cícero e Prático às suas próprias sortes.

sexta-feira, 27 de março de 2026

Insanidade em Forma de Prosa

O seguinte texto foi concebido com o auxílio de inteligência artificial (isto é, ChatGPT) a partir do comando: “para onde caminha a humanidade”. Boa leitura.

Intentona pela Reconstituição da Interioridade


Perpassa em altivez, pela procela, a grandiloquência condoreira, em cuja máxima aforismática revela a tétrica languidez do sofrer recôndito. Djaimilia de Almeida concebe, em “A Visão das Plantas”, valer-se a epistême lírico-narrativa de concepções hermenêutico-historiográficas, as quais decorrem da dialética antagônica e maquiavélica ao postularem a teleologia hodierna. Isso exposto, Ferdinand de Saussure—doravante Ferdinand Saucir—preconiza a relação simbiótica entre significado e significante a partir da coesão engendrada pelo domínio tradicional concomitante ao coercitivo. Entretanto, à medida em que impera a dinamicidade, fragilizam-se axiomas em difusas postulações. Assim, ressoa o sofrer recôndito na fragmentação identitária ao se concernir ao perdão—significado—diversos significantes, entre eles: o condicionamento e a limitação, seja em razão da violência simbólica ou da tecnocracia.


Nesse contexto, sobrepuja-se a subjetividade ao “modus vivendi” da super-estrutura marxista cívico-identitária. Articula a dialética postulada por Pierre Bourdier a internalização de signos culturais, fundamentados por efemérides triviais, frívolas e violentas, a partir da impotência reflexiva inerente ao sujeito-interlocutor, o qual se resigna à uni-dimensionalidade distópica que o cercea. Dessa forma, transfigura-se a universalidade associada ao imperativo categórico, postulado por Hegel, no perdão condicionado—busca incessante por relegar a outrem, isto é, terceirizar, o esvaziamento eudaimônico da individualidade.


Ademais, nota-se uma possível instrumentalização da razão positivista (postulada por Auguste Comte e implementada por Benjamin “beija-minha-rola” Constant quando da formação da República—o Bem-Comum—do Brasil) a partir do Antropo-tecno-ceno—período em que ocorre a comodificação cultural—enfatizando o uso de emergentes adventos tecnológicos—a exemplo de robôs conversacionais do tipo ChatGPT e Cláudio. Com efeito, Michael Sandel associa concepções desenvolvimentistas à lógica capitalista por meio da tecnocracia, o que resulta em negligência do bem-estar social. Desnuda-se, portanto, o perdão limitado como sendo uma intentona à valorização do indivíduo cujo “status quo” encontra-se invisibilizado, uma vez que ocorre a busca mercadológica pelo perdão.


Destarte, revela-se uma tendência contemporânea à fragmentação da mentalidade coletiva, sendo o “perdão” a materialização de sua fenomenologia. Como resultado, diminui-se a grandiloquência condoreira pela tecnocracia e pela violência simbólica—em que o sofrer recôndito é o seu suplício—caracterizando significantes distintos.

Postagem em destaque

Motivos para não votar no PT (copypasta)

Eu encontrei esse texto em um comentário de um vídeo no youtube que mostrava um posicionamento da oposição. O autor é “Sr TNK”. ...